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O Brighter Than Sunshine é um fã blog - isso significa que tudo aqui está relacionado com as minhas fandoms e com o meu gosto pessoal. Ele não tem objetivo algum, a não ser o de publicar na web um pouco do que eu ouço, vejo, leio, curto. São aquelas coisas de blogueiro, nunca se sabe por que alguém decide expor um pouco de si para o mundo.

Eu sou Tatiana, tenho 32 anos e adoro a vida online. Provavelmente, isso é o máximo que você vai saber sobre minha vida pessoal aqui - a não ser que leia nas entrelinhas. Se quiser falar comigo, envie um e-mail ou navegue pelo meu Twitter.

Enjoy the silence.



Posts Tagged ‘Copa do Mundo 2010’

Parabéns (?) à fúria. Em uma final sem graça, sem gols, e quase sem futebol, a Espanha sagrou-se campeã do mundo pela primeira vez.

E quem entende de futebol é o polvo, que, ao contrário do que vêm dizendo por aí, ele não escolhe só a caixinha da direita!!

O primeiro grande jogo!

A Inglaterra de Steven Gerrard

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A Alemanha de Lukas Podolski

Mais um baby, esse veio da Nova Zelândia. Ainda nem fez 22 aninhos (nasceu em 03 de julho de 1988), e joga pelo Midtjylland da Dinamarca.

O mais novo reforço da Nova Zelândia confirmou o seu interesse em jogar pelo país em março deste ano. Nascido em Auckland em 1988, Winston Reid deixou a Oceania aos dez anos de idade acompanhando a mãe neozelandesa e o padrasto dinamarquês. Aos 15, estreou na equipe juvenil do Midtjylland, clube da primeira divisão da Dinamarca.

Reid é capaz de atuar como lateral-direito ou zagueiro central e, embora tenha apenas 21 anos, é um dos principais membros do elenco do Midtjylland. Ele já disputou mais de cem partidas pelo clube, algumas delas na Copa da UEFA (atual Liga Europa). Além disso, fez parte da seleção sub-21 do seu país de adoção.

Alto, forte, atlético e habilidoso, o defensor é um dos muitos talentos revelados pelas categorias de base do Midtjylland, onde estreou profissionalmente aos 17 anos. O clube tem se destacado no campeonato nacional nos últimos anos, e Reid é titular da equipe.

Com as lesões e a falta de opções no setor defensivo do selecionado neozelandês, o técnico Ricki Herbert certamente está satisfeito por poder contar com o reforço de Reid na África do Sul 2010.

Craque da defesa da Inglaterra, Cole joga no Chelsea, em seu próprio país. Nasceu em 20 de dezembro de 1980.

Na opinião do técnico do Chelsea, Carlo Ancelotti, Ashley Cole é um dos melhores laterais esquerdos do mundo, afirmação da qual é difícil discordar. Protótipo do moderno lateral, o jogador de 29 anos possui bom ritmo, excelente constituição física e muita energia para jogar nas duas extremidades do campo, combinando habilidade defensiva e poder de ataque pelo lado esquerdo.

Depois de apenas dez meses atuando na Premier League pelo Arsenal, o seu primeiro clube, Cole foi convocado para a seleção inglesa e estreou contra a Albânia em março de 2001. Desde então, ele tem sido a primeira opção na lateral esquerda da Inglaterra.

Presente em todas as partidas da Copa do Mundo da FIFA 2002, Cole repetiu o feito na Euro 2004 e no Mundial da Alemanha em 2006. Com apenas 15 minutos ausente dos 1.320 jogados pela Inglaterra nessas três competições, ele teve uma participação maior do que qualquer outro jogador do atual selecionado de Fabio Capello.

Com o Arsenal, o lateral inglês conquistou dois títulos do Campeonato Inglês e três da Copa da Inglaterra, além de chegar à final da Liga dos Campeões da UEFA em 2006, o seu último jogo pelo clube antes de se transferir para o Chelsea.

Ele ainda ganhou mais dois títulos da Copa da Inglaterra no Chelsea, igualando o recorde de conquistas entre os jogadores, mas sofreu uma enorme decepção na derrota para o Manchester United na final da Liga dos Campeões da UEFA em 2008. Na última temporada, sofreu uma séria lesão ao quebrar o tornozelo e só retornou na goleada por 7 a 0 contra o Stoke City, que deu o título aos Blues.

Ashley Cole atuou oito vezes pela Inglaterra a caminho da África do Sul 2010 e alcançou a marca de 75 partidas na vitória sobre a Eslovênia em um amistoso realizado em setembro do ano passado.

Novamente, protestos para a completa ausência de fotos dessa beleza Eslovena. Ah, pecado! Nascido em 17 de maio de 1986, Jokic defende o Chievo da Itália.

Opção número um na lateral esquerda da Eslovênia, Bojan Jokic acumulou uma rica experiência internacional relativamente cedo. Com mais de 30 jogos pela seleção, o jogador de 24 anos, atualmente emprestado ao Chievo Verona, tem tudo para exercer um papel fundamental no selecionado na África do Sul 2010.

Ao menos nas eliminatórias ele foi, sem dúvida, uma das peças-chave do plantel esloveno, disputando nove dos 12 jogos, incluindo as duas partidas da repescagem contra a Rússia, nas quais o país conquistou a vaga. Além de ter se consolidado em uma defesa que sofreu apenas seis gols em toda a campanha classificatória, Jokic chega à Copa do Mundo da FIFA com experiência em duas das principais ligas europeias.

O Sochaux, da primeira divisão francesa, foi o primeiro clube a notar o evidente potencial do lateral-esquerdo, que após duas excelentes temporadas defendendo o esloveno Jorica se transferiu para a França em meados de 2007. A chegada de Jokic teve efeito imediato no time de Montbeliard, mas, apesar de ter recebido muitas oportunidades na equipe titular nos seus dois primeiros anos no futebol francês, ele começou jogando apenas cinco partidas no início da temporada 2009/2010 e acabou liberado para se transferir ao Chievo por empréstimo em 30 de janeiro deste ano.

Para quem tem uma história na seleção com participação em todas as categorias desde os 15 anos, a Copa do Mundo da FIFA marca um capítulo eletrizante.

Capitão da seleção americana, ele é chamado de “Capitain America”. E faz jus ao nome, falando sinceramente. Aliás, não sei como tem tão pouca foto perfeita desse homem… ele posa bem, alguma revista estilo paparazzo deveria interessar-se por ele. O.o Nasceu em 29 de maio de 1979 e joga pelo Rennes da França.

Capitão da seleção dos Estados Unidos, Carlos Bocanegra é um zagueiro que não compromete e está sempre disposto a colocar o pé na dividida para defender o seu país. Nascido na Califórnia, mas com raízes ao sul da fronteira com o México, ele fez o seu nome como atleta do Chicago Fire.

Na primeira temporada, em 2000, Bocanegra foi eleito o “novato do ano” da Major League Soccer, a liga norte-americana. Em quatro anos no Chicago, ele chegou à final da MLS Cup (que decide o campeão nacional), conquistou a Open Cup (versão americana da Copa do Brasil) e foi duas vezes escolhido o melhor jogador de defesa da Major League Soccer, em 2002 e 2003.

A sua capacidade de interromper jogadas ofensivas e neutralizar atacantes adversários levou a uma contratação em 2004 pelo Fulham, equipe inglesa na qual ele teve uma passagem de muito êxito, com 124 partidas e 12 gols marcados. Enquanto esteve na Inglaterra, Bocanegra tornou-se polivalente, sendo escalado na lateral esquerda e eventualmente como volante.

Apesar de ser um dos favoritos da torcida do clube pela dedicação e pelas atuações sérias, ele acabou sobrando após a chegada do novo técnico Roy Hodgson e foi liberado em maio de 2008. Desde então, atua no Rennes, da primeira divisão francesa.

Atualmente com 29 anos, Bocanegra estreou pela seleção americana em 2001 e já totaliza mais de 60 partidas pelo seu país. Desde 2007, sempre que está disponível e no plantel, ele usa a braçadeira de capitão. Além de tudo, já marcou dez gols, a maioria de cabeça.

Divirtam-se. E aceitem baldes de cortesia.

Inicialmente, preciso confessar que esse zagueiro me descompensa totalmente. Lindo, poderoso, vitaminado, tudo de bom… ele realmente faz parte do que a Itália tem de melhor. Ainda por cima, ele tem uma coleção de fotos inacreditáveis. Sexy é um adjetivo injusto para o quanto ele é… bom. Nasceu em 13 de setembro de 1973 e defende a Juventus, da Itália!

Capitão da equipe campeã mundial, Fabio Cannavaro faz parte da linhagem de grandes zagueiros da Itália, país onde um belo desarme é tão venerado quanto um golaço de voleio. Com mais de 130 partidas pela seleção, a maioria delas como capitão, ele possui o currículo mais extenso de toda a história da Azzurra.

Há jogadores que nasceram para driblar e fazer gols. Cannavaro nasceu para impedi-los. Desde quando era um garoto em Fuorigrotta, bairro popular de Nápoles, sempre jogou atrás nos belicosos duelos disputados no meio da rua, à sombra do Estádio San Paolo, onde sacos de lixo serviam de gol. Com mais de 500 jogos no Campeonato Italiano e cerca de 100 na Liga dos Campeões da UEFA, o zagueiro se tornou um perito no carrinho, um gênio da antecipação e um monstro incansável na grande área.

Os primeiros passos foram dados no Napoli, justo quando o clube atravessava o melhor momento da sua história. É claro que o jovem recuperador de bolas ficava boquiaberto com as façanhas de Diego Maradona, mas confessava desde já a sua preferência pelo inabalável Ciro Ferrara, sete anos mais velho, que se tornaria o seu companheiro e mentor.

O Estádio delle Alpi foi o palco da estreia de Cannavaro na Serie A, em jogo contra a Juventus no dia 7 de março de 1993. Aos 22 anos, ele se mudou para o Parma, onde formou uma retaguarda de respeito ao lado do francês Lilian Thuram e do goleiro Gianluigi Buffon.

Em 22 de janeiro de 1997, debutou com a camisa da Itália na vitória por 2 a 0 sobre a Irlanda do Norte em Palermo, saído da equipe sub-20 do técnico Cesare Maldini, com a qual havia conquistado dois títulos europeus consecutivos em 1994 e 1996. Cannavaro, no entanto, só acumulou desilusões na Copa do Mundo da FIFA 1998 e na Euro 2000, quando a Azzurra sucumbiu duas vezes diante da França.

Após uma campanha decepcionante na Coreia do Sul/Japão 2002, decidiu se transferir para a Inter de Milão, mas uma fratura da tíbia em 2003/04 arruinou a sua temporada. Antes mesmo da recuperação completa, apostou em uma mudança para a Juventus, onde reencontrou Thuram e Buffon e rapidamente se consolidou como líder do time.

Cannavaro chegou à Copa do Mundo da FIFA 2006, na Alemanha, como capitão e sucessor de Paolo Maldini, que havia decidido não defender mais a seleção, e passou serenidade ao grupo. Foi nesta competição que o mundo viu o zagueiro napolitano atingir o auge da maturidade e da forma física, sempre preocupado com cada detalhe da partida. Para completar, ele teve o prazer de comemorar o seu centésimo jogo pela seleção com uma vitória na grande final, o melhor presente que um jogador de futebol poderia ganhar.

Em seguida, Cannavaro acertou com o Real Madrid, onde recebeu a prestigiosa camisa de número 5, cujo antigo “dono” era ninguém menos que Zinedine Zidane. Após três anos na capital espanhola, decidiu retornar ainda no auge à Juventus, para, depois se encaminhar ao Al Ahli, dos Emirados Árabes, afirmando que a transferência ocorreu muito mais por motivação pela aventura no país do que por razões financeiras.

Nesta temporada, porém, a defesa da equipe, quase idêntica à da seleção, andou vacilando no Campeonato Italiano, insegura e muito abaixo daquilo que se pode esperar dela. Resta a Cannavaro provar que, quando veste o uniforme da Azzurra, a história é bem diferente.

Inicialmente protesto pela dificuldade em encontrar fotinhas desse bebezinho holandês! Por razões óbvias não teremos post de fotos dele, pois não achei nada além de uns shots no meio de jogos. Até que ele de camisa do Ajax é bem interessante.. mas foco! Nascido em 3 de fevereiro de 1988, tem apenas 22 aninhos e é titular absoluto do time no qual se revelou, o Ajax da Holanda.

Saído das divisões de base do Ajax e hoje titular absoluto do time, Gregory van der Wiel se firmou na seleção durante as eliminatórias para a África do Sul 2010, disputando três partidas e ganhando a confiança do técnico Bert van Marwijk, que, no entanto, estava repleto de opções para os dois corredores da defesa. O jovem lateral-direito se tornou profissional em 2006, após uma passagem de três anos pelo Haarlem, e estreou no Campeonato Holandês no dia 11 de março de 2007, aos 19 anos, contra o Twente. Foram cinco jogos nessa primeira temporada, quatro como titular, o suficiente para ele ganhar um novo contrato em maio.

Com a aposentadoria de Jaap Stam, o ano de 2007/08 se anunciou promissor para o então zagueiro central, mas uma lesão sofrida em novembro pôs fim à temporada mais cedo. Foi apenas em 2008/09, sob o comando de Marco van Basten, que o jovem talento pôde enfim demonstrar todo o seu potencial. O ex-técnico do Ajax o lançou na lateral direita, posição onde ele brilhou e se consolidou de vez, relegando Bruno Silva, da seleção uruguaia, ao banco.

Como jogador da Holanda sub-21, van der Wiel participou do famoso torneio de Toulon em 2007, antes de estrear na equipe principal em fevereiro de 2009, substituindo John Heitinga no decorrer de um amistoso contra a Tunísia. No dia 28 de março do mesmo ano, foi escalado como titular na vitória por 3 a 0 sobre a Escócia em casa pelas eliminatórias, jogando, quatro dias depois, os 90 minutos contra a Macedônia.