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O Brighter Than Sunshine é um fã blog - isso significa que tudo aqui está relacionado com as minhas fandoms e com o meu gosto pessoal. Ele não tem objetivo algum, a não ser o de publicar na web um pouco do que eu ouço, vejo, leio, curto. São aquelas coisas de blogueiro, nunca se sabe por que alguém decide expor um pouco de si para o mundo.

Eu sou Tatiana, tenho 32 anos e adoro a vida online. Provavelmente, isso é o máximo que você vai saber sobre minha vida pessoal aqui - a não ser que leia nas entrelinhas. Se quiser falar comigo, envie um e-mail ou navegue pelo meu Twitter.

Enjoy the silence.



Archive for julho 12th, 2010

Parabéns (?) à fúria. Em uma final sem graça, sem gols, e quase sem futebol, a Espanha sagrou-se campeã do mundo pela primeira vez.

E quem entende de futebol é o polvo, que, ao contrário do que vêm dizendo por aí, ele não escolhe só a caixinha da direita!!

Ontem, ao invés de me perder em um jogo de futebol bem mais ou menos, decidi assistir SHREK 4 em 3D. Nunca tinha visto um filme em 3D, então claro que adorei – não só o filme, mas toda a experiência.

Não sei se foi impressão minha ou se Shrek cresceu. Nunca vi a sequência como infantil; na verdade existem trilhões de animações e filmes supostamente “para criança” que nenhuma delas entende. A essência do Shrek sempre esteve além do que a inocente alma infantil conseque captar. Mas esse último filme foi o mais adulto de todos – com todos os conflitos que uma pessoa pode ter em relação à sua vida miserável e rotineira.

Shrek quer voltar a ser o que era – um Ogro malvado – e não aguenta mais ser um pai de família amigo de todos. Como “quem procura acha”, nosso amigo verde rapidamente encontrou alguém que tinha algo milagroso para oferecer-lhe, em troca de quase nada. E ele se viu em uma grande enrascada, em um mundo novo, onde tudo que ele conhecia não existia, e ele mesmo estaria prestes a desaparecer.

Com uma enorme dose de realidade e muitas lições de moral daquelas que já estamos acostumadas em Hollywood, o filme é bom. Faz rir – e muito, mas também faz chorar. E em 3D, cria vida no meio da plateia.